31 dezembro 2010

FELIZ ANO NOVO

AEP DESEJA UM GRANDIOSO 2011 COM MUITA PAZ, SAÚDE, PAIXÃO, ARTE E EDUCAÇÃO.

AGRADECE AOS LEITORES DO AEOL - ONLINE DESDE MARÇO DESTE ANO - PELOS 32.000 ACESSOS EM 2010.

Feliz Ano Novo!

Esculturas com fogos de artifícios de Cai Guo-Qiang

Revigorados, voltaremos em 06 de janeiro com novas informações para nós arte/educadores.

Que 2011 seja lindo, transparente e repleto de felicidades!

Adonay Donley, Alberto Tembo, Ana Amália, Auber Bettinelli, Camila Lia, Carolina Marielli, Christiane Coutinho, Edna Onodera, Erick Orloski, Guilherme Nakashato, José Minerini, Moa Simplício, Rejane Coutinho, Stella Ramos e Telma Löbel.
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BALANÇO DA DÉCADA

Começo de milênio agitado para nós professores.

AEOL levantou o que se destacou nesta primeira década do século XXI na arte e na arte/educação:


Karlheinz Stockhausen afirmou que a queda das Torres Gêmeas foi a maior obra de arte de todos os tempos.

Praça Roosevelt revigorou o circuito teatral paulistano.

A vinda do Theatre du Soleil ao Brasil foi marcante.

A encenação BR-3 pelo Teatro da Vertigem no rio Tietê consolidou a pesquisa do grupo sobre espaços para o teatro tornando-o referência internacional.

A montagem de "Os Sertões" pelo Teatro Oficina/Zé Celso Martinez Corrêa já nasceu histórica. Cinco peças, antropofagia sem fim.

“Estetização da Violência”, “Cosmética da Fome” e “Cine Favela” predominaram no cinema nacional.

Filmes em 3D foram a resposta das megaprodutoras cinematográficas para a pirataria.

Blu-ray, televisores de plasma/LCD/LED e TV digital trouxeram alta definição para as imagens.

Gravações da Osesp se destacaram na música erudita.

Downloads de músicas forçaram artistas e indústria fonográfica a buscar novos caminhos.

O uso do telefone celular para produzir e veicular vídeos, músicas, fotografias e games emergiu.

Photoshop e manipulação digital de imagens provocaram debates entre governantes.

Computadores portáteis e tablets apresentaram novas possibilidades comunicativas, artísticas e educativas.

E-books questionaram a supremacia dos livros em papel.

Internet 2.0 e redes sociais potencializaram a arte em novas mídias e ampliaram o acesso ao conhecimento.

Flash Mobs se espalharam e se desgastaram com a mesma intensidade.

A onda de artistas anônimos creceu no decorrer da década.

A denominação “Campo Expandido da Arte” ampliou a percepção do fenômeno artístico.

"Cultura Visual" aproximou a cultura de massa do Ensino das Artes.

"Arte, Ecologia e Ambiente" se estabeleceu no debate contemporâneo.

Os limites entre as linguagens artísticas continuaram a ser transpostos e o termo interlinguagens entrou em debate.

Pluralismo teórico e hibridismos se destacaram na criação artística.

Paradas Gays proliferaram pelo Brasil.

Exposições blockbuster assolaram São Paulo.

Uso do circuito artístico por mecenato criminoso veio à tona.

Pontos de Cultura foram implantados pelo Ministério da Cultura.

Virada Cultural arrastou multidões para as ruas de São Paulo.

Antonio Bandeira se tornou o pintor mais caro comercializado no Brasil.

Street art conquistou ainda mais visibilidade.

A Unesco realizou dois Congressos Mundiais (um no Ocidente e outro no Oriente), lançou e implementou o Road Map for Art Education.

Ana Mae Barbosa recebeu a Ordem Nacional do Mérito Científico.

A exposição Ciranda das Formas: Bichos, Jogos, Brinquedos e Brincadeiras com curadoria de Maria Angela Francoio no MAC/USP rompeu limites entre curadoria e programa educativo.

"Curador educativo" é termo que vem sendo adotado no Brasil. Muito usado nos Estados Unidos na década de 90, já foi considerado pedantismo.

O nome da disciplina Educação Artística foi substituído por Artes.

Professores de Artes passaram a se denominar arte-educadores.

MEC aprovou as diretrizes curriculares para graduação em Artes Visuais.

Educação a distância se proliferou.

Transculturalidade e Interculturalidade ampliaram o debate sobre multiculturalismo.

O conhecimento contextualizado combateu a alienação em arte.

O debate sobre mediação se ampliou nos meios universitários, escolares e culturais.

Aumentou o número de pesquisadores em arte-educação no Brasil.

ONGs se destacaram (algumas para o bem, outras não) no ensino não-formal das Artes.

Respeito às necessidades e anseios das comunidades passou a pontuar projetos socioculturais.

Surgimento do Design Thinking como estratégia para a Educação Criadora comprometida com o social.

A obrigatoriedade do ensino das Culturas Africanas e Indígenas nas aulas de Artes e História foi implantada e ampliada para ensino de Expressões Regionais.

Formação continuada de professores se proliferou.

Caminhou a passos lentos a valorização profissional e social do professorado no Brasil.

Museus e instituições culturais fortaleceram programas educativos e cursos para professores.

O Brasil passou a ter mais museus do que salas de cinema.

O termo releitura - banalizado no decorrer de 1990 - foi reavaliado pelo professorado e por pesquisadores em arte/educação, constatações recentemente publicadas no livro "Abordagem Triangular no Ensino das Artes e Culturas Visuais".

José Minerini com a colaboração de Camila Lia e Auber Bettinelli
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30 dezembro 2010

BALANÇO DA DÉCADA

AMANHÃ ÀS 13H00 AQUI NO AEOL.

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PROMETEU MAS NÃO CUMPRIU

Algumas exposições e participações prometidas no decorrer de 2010 não aconteceram.

No começo do ano foi divulgada uma grande exposição da artista japonesa Mariko Mori e nada mais se falou; as esculturas infláveis de Joshua Allen Harris e os picolés de água de Cildo Meireles idem.

A exposição de Tim Burton que arrastou multidões em Nova Iorque foi cogitada e também não chegou por aqui.

Quem trabalha com o circuito internacional de exposições sabe o quanto é complexo e burocrático se inserir na agenda de artistas e instituições.

Continuemos aguardando.

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29 dezembro 2010

BALANÇO DA DÉCADA

AEOL PERGUNTA: Quais são os acontecimentos artísticos desta primeira década do século XXI merecedores de destaque e que conversaremos com nossos alunos no futuro?

Quais são os marcos na arte e na arte/educação deste início de milênio?

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28 dezembro 2010

SEMANA SOUL AEOL

32 POSTS SÓ COM SOUL MUSIC.

A PARTIR DE 8 DE JANEIRO AQUI NO AEOL.

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CULTURA VISUAL: DANIEL ASKILL

O diretor australiano vem se destacando pelos videos que realiza.

Seu trabalho tem fortes relações com os universos de Bill Viola e Chris Cunningham.

Veja Bill Viola:




Veja clipe da banda Aphex Twin dirigido por Chris Cunningham.


Askill vem realizando videoclipes e intervenções visuais em vários fashion shows. Assista imagens exibidas em desfile de Michelle Jank realizado em Sydney.


Abaixo clipe para a música "We Want War" da banda celebrada pela crítica em 2010 These New Puritans .


Quais outras relações você estabelece com o trabalho de Daniel Askill?

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